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18/11/2008 - Balança registra superávit de US$ 734 milhões na segunda semana de novembro
Balança registra superávit de US$ 734 milhões na segunda semana de novembro Na segunda semana de novembro de 2008 – entre os dias 10 e 16 –, a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre o valor exportado e o importado) de US$ 734 milhões (média diária de US$ 146,8 milhões). No período, as exportações somaram US$ 4,356 bilhões (média diária de US$ 871,2 milhões) e as importações US$ 3,622 bilhões (média diária de US$ 724,4 milhões), desempenhos que totalizaram uma corrente de comércio (soma das exportações com as importações) de US$ 7,978 bilhões, o que significou que foram negociados, em média, US$ 1,596 bilhão por dia útil. A média das exportações na segunda semana de novembro foi de US$ 871,2 milhões, valor 4,6% maior à média diária verificada na primeira semana do mês (US$ 832,8 milhões). Nessa comparação, foram verificados aumento nas vendas de manufaturados (+33%) – por conta de plataforma de exploração de petróleo (US$ 623,3 milhões), aviões, etanol, óxidos e hidróxidos de alumínio e açúcar refinado. As exportações de básicos e semimanufaturados, entretanto, apresentaram queda de 10,3% e 30,5%, respectivamente. As importações, na segunda semana de novembro, ficaram, pela média diária, 1,8% abaixo do desempenho registrado na primeira semana do mês. No período, houve retração nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, produtos químicos orgânicos e inorgânicos e produtos plásticos. Mês Até o dia 16 de novembro de 2008, as exportações brasileiras somaram US$ 8,520 bilhões, um desempenho médio diário de US$ 852 milhões, valor 21,3% maior que o apresentado como média diária em todo o mês de novembro de 2007 (US$ 702,6 milhões). Nessa comparação, houve aumento dos embarques brasileiros das três categorias de produtos: básicos (+42,1%) – em função de farelo de soja, minério de ferro, fumo em folhas, petróleo, soja em grão, café em grão e carne de frango – , semimanufaturados (+16,4%) – com destaque para ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, óleo de soja em bruto e celulose – e manufaturados (+10,8%) – com destaque para plataforma de exploração de petróleo, etanol, laminados planos, açúcar refinado, veículos de carga e calçados. Sobre a média diária das exportações registrada no mês de outubro (US$ 841,5 milhões), houve, em novembro de 2008, até a segunda semana, um crescimento de 1,3%, em função das vendas de produtos manufaturados (+15%). Os embarques de semimanufaturados e básicos apresentaram queda de 10,7% e 6,9%, respectivamente. As importações, até a segunda semana de novembro, totalizaram US$ 7,309 bilhões (média diária de US$ 730,9 milhões), um crescimento de 21,5% sobre o desempenho médio diário apresentado em todo mês de novembro do ano passado (US$ 601,5 milhões). Na comparação com novembro do ano passado, houve crescimento das compras brasileiras de siderúrgicos (+84%), aeronaves e peças (+79%), químicos orgânicos e inorgânicos (+53,5%), produtos plásticos (+43,6%), produtos de borracha (+42,6%), adubos e fertilizantes (+35,8%) e farmacêuticos (+25,6%). Sobre o resultado médio diário verificado em outubro de 2008 (US$ 786,6 milhões), as importações apresentaram, no período, um decréscimo de 7,1%. Em função de adubos e fertilizantes (-40,5%), combustíveis e lubrificantes (-22,5%), veículos automóveis e partes (-13,3%) e instrumentos de ótica e precisão (-8,7%). O saldo comercial acumulado nas duas semanas do mês ficou em US$ 1,211 bilhão (média diária de US$ 121,1 milhões), valor 19,8% maior que o superávit apresentado em todo o mês de novembro do ano passado, quando a média diária registrada foi de US$ 101,1 milhões. Em relação ao desempenho médio diário do saldo comercial em outubro de 2008 (US$ 54,9 milhões), o crescimento foi de 120,7%. Ano Nos 221 dias úteis do ano, até a segunda semana de novembro, as exportações brasileiras acumularam US$ 177,892 bilhões (média diária de 804,9 milhões). Pelo critério da média diária, esse valor ficou 27,3% sobre o resultado no mesmo período do ano passado, quando o desempenho médio diário dos embarques internacionais somaram US$ 632,4 milhões. Na mesma comparação, as importações apresentaram alta de 50,1%, saindo de uma média diária de US$ 469,9 milhões até a segunda semana de novembro de 2007 para US$ 705,3 milhões no mesmo período de 2008. As importações no acumulado deste ano somaram US$ 155,861 bilhões. O superávit comercial no ano somou US$ 22,031 bilhões (média diária de US$ 99,7 milhões), um decréscimo de 38,7% em relação ao saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 162,5 milhões). Clique aqui e acesse os dados. Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
Autor: Site MDIC
 
4/11/2008 - Balança registra superávit de US$ 1,2 bilhão em outubro
Balança registra superávit de US$ 1,2 bilhão em outubro As empresas brasileiras, nos 22 dias úteis de outubro de 2008, exportaram US$ 18,512 bilhões (média diária de US$ 841,5 milhões) e importaram US$ 17,305 bilhões (média diária de US$ 786,6 milhões), desempenhos que resultaram num superávit comercial (diferença entre as exportações e as importações) de US$ 1,207 bilhão (média diária de US$ 54,9 milhões) e corrente de comércio (soma das exportações com as importações) de US$ 35,817 bilhões. Pelo critério da média diária, o valor das exportações brasileiras em outubro de 2008 foi 17,4% maior que o valor apresentado no mesmo mês de 2007 (US$ 716,7 milhões) e 7,5% menor que o desempenho médio diário registrado em setembro de 2008 (US$ 909,9 milhões). As exportações nos meses de outubro de 2007 (22 dias úteis) e de setembro de 2008 (22 dias úteis) totalizaram US$ 15,768 bilhões e US$ 20,017 bilhões, respectivamente. No mês, as importações brasileiras cresceram 40,3% sobre a média diária de outubro do ano passado (US$ 560,8 milhões) e 0,2% na comparação com o desempenho médio diário em setembro de 2008 (US$ 784,7 milhões). As importações brasileiras somaram US$ 12,337 bilhões em outubro do ano passado e US$ 17,263 bilhões em setembro de 2008. Quinta semana de outubro Entre os dias 27 e 31 de outubro de 2008 (quinta semana do mês), as exportações somaram US$ 3,548 bilhões (média diária de US$ 887 milhões) e as importações US$ 3,117 bilhões (média diária de US$ 779,3 milhões), resultando num saldo superavitário de US$ 431 milhões e uma corrente de comércio de US$ 6,665 bilhões. Ano De janeiro a outubro de 2008 (211 dias úteis), o saldo comercial brasileiro totalizou US$ 20,845 bilhões (média diária de US$ 98,8 milhões). Pela média diária, o superávit comercial ficou 39,6% menor que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 163,7 milhões). Nesses dez meses, foram registradas exportações de US$ 169,372 bilhões, o que correspondeu a um desempenho médio diário de US$ 802,7 milhões, valor 27,3% maior que a média diária das vendas internacionais registrada de janeiro a outubro de 2007 (US$ 630,3 milhões). As importações brasileiras acumularam, de janeiro a outubro de 2008, US$ 148,527 bilhões com média diária US$ 703,9 milhões, cifra 50,8% acima da registrada como desempenho médio diário das importações nos primeiros dez meses de 2007 (US$ 466,6 milhões). De janeiro a outubro do ano passado os desembarques internacionais somaram US$ 97,994 bilhões. Às 15h30, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, concederá entrevista coletiva para detalhar informações sobre as operações do comércio exterior brasileiros no mês de outubro de 2008. Clique aqui e acesse os dados. Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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29/10/2008 - Corrente de comércio da quarta semana de outubro soma US$ 8,1 bilhões
Corrente de comércio da quarta semana de outubro soma US$ 8,1 bilhões A balança comercial brasileira registrou, na quarta semana de outubro (entre os dias 20 e 26), corrente de comércio (soma das exportações com as importações) de US$ 8,144 bilhões. No período, as exportações brasileiras somaram US$ 4,023 bilhões (média diária de US$ 804,6 milhões) e importações de US$ 4,121 bilhões (média diária de 824,2 milhões), o que resultou num déficit comercial (diferença entre o valor importado e o exportado) de US$ 98 milhões. Na semana, foram verificadas importações de petróleo em bruto (US$ 436 milhões), valor que correspondeu a 32,7% das aquisições do produto no mês até a quarta semana de outubro, e de gás natural (US$ 238 milhões). A média diária das exportações na quarta semana de outubro foi 4,4% menor que a registrada no mês até a terceira semana (US$ 841,6 milhões), em função de quedas nas vendas de semimanufaturados (-26%) – principalmente, celulose, açúcar em bruto, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles e óleo de soja em bruto – e de manufaturados (-3,2%) – por conta de aviões, óleos combustíveis, laminados planos, autopeças e celulares. Os embarques de produtos básicos, entretanto, registraram alta de 6,7%, motivada por petróleo em bruto, farelo de soja, café em grão, fumo em folhas e carne suína. Ao se fazer a mesma comparação, observou-se crescimento de 6,4% da média diária das importações na quarta semana do mês sobre o desempenho médio diário registrado até a terceira semana de outubro (US$ 774,4 milhões). O crescimento foi explicado, principalmente, pelas compras de combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, adubos e fertilizantes, produtos siderúrgicos e plásticos. Mês Até o dia 26 de outubro, as exportações brasileiras chegaram a US$ 14,964 bilhões, com média diária de US$ 831,3 milhões. Esse valor foi 16% maior que a média diária registrada em todo o mês de outubro do ano passado (US$ 716,7 milhões). Esse crescimento se deu em função das vendas de produtos das três categorias: semimanufaturados (+28,3%) – com destaque para ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, celulose e açúcar em bruto –, básicos (+27,9%) – em razão de minério de ferro, petróleo, fumo em folhas, carne de frango, bovina e suína, café em grão e farelo de soja – e manufaturados (+0,8%) – por conta de etanol, óxidos e hidróxidos de alumínio, açúcar refinado, veículos de carga, celulares e autopeças. Sobre o desempenho médio diário das exportações em setembro deste ano (US$ 910,2 milhões), houve queda de 8,7%. Nessa comparação, houve retração nos embarques das três categorias de produtos: manufaturados (-16,4%), básicos (-3,4%) e semimanufaturados (-0,6%). As importações brasileiras no mês, até a quarta semana, foram de US$ 14,188 bilhões, com uma média diária de US$ 788,2 milhões. Nesse período, a média diária das compras brasileiras em mercados internacionais foi 40,6% maior que a apresentada em outubro de 2007 (US$ 560,7 milhões). Nessa comparação, houve aumento das compras de produtos siderúrgicos (+100,5%), aeronaves e peças (+83,7%), adubos e fertilizantes (+82,8%), combustíveis e lubrificantes (+68,8%), produtos plásticos (+38,8%), veículos automóveis e partes (+37,2%), equipamentos mecânicos (+29,5%) e aparelhos e instrumentos eletroeletrônicos (+29,5%). Ainda pelo critério da média diária, as importações até a quarta semana de outubro ficou 0,5% acima do desempenho médio diário registrado no mês de setembro de 2008 (US$ 784,7 milhões), por conta de aquisições de aeronaves e peças (+66,9%), produtos siderúrgicos (+20,3%), combustíveis e lubrificantes (+11,7%) e produtos plásticos (+10,3%). Nas quatro semanas de outubro, o saldo comercial ficou superavitário em US$ 776 milhões, o que representou um desempenho médio diário de US$ 43,1 milhões. Por esse critério, ao se comparar com o saldo apresentado em todo mês de outubro de 2007 (média diária de US$ 156 milhões), observou-se uma queda de 72,4%. Ao se fazer a mesma comparação com o desempenho em setembro de 2008 (média diária de US$ 125,5 milhões), a retração foi de 65,7%. Ano No ano, até a quarta semana de outubro, a balança comercial registrou saldo comercial de US$ 20,432 bilhões (média diária de US$ 98,7 milhões). Pelo critério da média diária, o superávit comercial ficou 39,2% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (US$ 162,3 milhões). De janeiro à quarta semana de outubro de 2007, o superávit apresentado foi de US$ 33,589 bilhões. As exportações acumulam US$ 165,832 bilhões, com média diária de US$ 801,1 milhões, um incremento de 27,5% sobre o desempenho médio diário apresentado no mesmo período de 2007 (US$ 628,4 milhões). Na mesma comparação, observou-se um crescimento de 50,7% nas importações brasileiras que saíram de uma média diária de US$ 466,2 milhões de janeiro até a quarta semana de outubro do ano passado para US$ 702,4 milhões no mesmo período de 2008. Em 2007, até a quarta semana de outubro, as importações totalizaram US$ 96,498 bilhões e, em 2008, US$ 145,4 bilhões. Clique aqui e acesse os dados. Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio
Autor: Site MDIC
 
27/10/2008 - Paraguai quer exportar US$ 1,2 bilhão para o Brasil até fim de 2009
Paraguai quer exportar US$ 1,2 bilhão para o Brasil até fim de 2009 O aumento do intercâmbio comercial entre Brasil e Paraguai foi o tema central da 13ª Reunião da Comissão de Monitoramento de Comércio Bilateral, realizada hoje (24/10), em Assunção, Paraguai. De acordo com dados apresentados por representantes do governo paraguaio, o objetivo é exportar US$ 1,2 bilhão para o Brasil até o final de 2009. Esse número é 178% maior que o desempenho das vendas paraguaias para o mercado brasileiro em 2007 (US$ 434 milhões). As exportações do Paraguai para o Brasil em 2008, até o mês de setembro, já superaram as vendas em 2007 e totalizaram US$ 489,9 milhões. Com o US$ 1,2 bilhão, o Paraguai aumentaria a participação no mercado brasileiro de importados. Em 2007, esse índice foi de 0,4% conforme destacou o ministro de Indústria e Comércio do Paraguai, Martin Heisecke, durante a reunião. Segundo ele, o Paraguai quer oferecer oportunidades para empresas estrangeiras que queriam investir no país, permitindo o aumento do intercâmbio comercial e a diminuição do déficit comercial com o Brasil. De janeiro a setembro deste ano, o intercâmbio comercial entre os dois países está superavitário em US$ 1,413 bilhão para o Brasil, valor maior que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 892 milhões). “Queremos diminuir este déficit com o Brasil em 50% até o fim do ano que vem”, destacou Martin Heisecke. Em seu discurso de abertura da reunião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse que “ao solucionar os entraves do comércio bilateral, a Comissão de Monitoramento efetivamente cria as condições para o incremento do intercâmbio comercial entre Brasil e Paraguai”. Miguel Jorge destacou também a presença de 15 empresários brasileiros que integraram uma missão comercial ao Paraguai, realizada paralelamente à reunião bilateral. Para o ministro Miguel Jorge, o incremento é factível, uma vez que a corrente de comércio entre os dois países cresceu 69% de janeiro a setembro deste ano, em comparação com os mesmos meses de 2007, passando de US$ 1,4 bilhão para quase US$ 2,4 bilhões. Miguel Jorge ainda destacou o aumento das importações brasileiras de produtos paraguaios de US$ 261 milhões para US$ 488 milhões (+87%), no mesmo período comparativo. “Para o governo brasileiro, a cooperação com nossos vizinhos é prioritária, principalmente se tratando de um membro do Mercosul, como o Paraguai”, enfatizou o ministro Miguel Jorge. Para ele, apesar da crise econômica mundial, o momento e propício à exploração de nichos de mercado que possam fortalecer as bases produtivas nacionais. Durante o encontro, o secretário-executivo do MDIC, Ivan Ramalho, propôs aos paraguaios que levassem em consideração a possibilidade da criação de um acordo automotivo entre os dois países. O Paraguai é um único membro pleno do Mercosul com o qual o Brasil ainda não tem um acordo do setor automotivo. Na próxima reunião da Comissão de Monitoramento de Comércio entre Brasil e Paraguai o assunto já estará na pauta. Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Juliana Ribeiro juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br
Autor: Site MDIC
 
22/10/2008 - Site da TV
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Autor: Assessoria TV
 
20/10/2008 - Balança registra superávit de US$ 334 milhões na terceira semana de outubro
Balança registra superávit de US$ 334 milhões na terceira semana de outubro Na terceira semana de outubro, entre os dias 13 e 19, a balança comercial brasileira registrou exportações de US$ 4,093 bilhões (média diária de US$ 818,6 milhões) e importações de US$ 3,759 bilhões (média diária de 751,8 milhões). O superávit comercial (diferença entre o valor exportado e o importado) foi de US$ 334 milhões (média de US$ 66,8 milhões) e a corrente de comércio (soma das exportações com as importações), US$ 7,852 bilhões. Em relação às médias diárias apresentadas no até a segunda semana de outubro – US$ 856 milhões de exportações e US$ 788 milhões de importações – houve, na terceira semana do mês, queda nas duas operações. As exportações retraíram 4,37% e as importações, 4,65%. Mês Até o dia 19 de outubro, as exportações brasileiras totalizaram US$ 10,941 bilhões, com média diária de US$ 841,6 milhões, valor 17,4% maior que o desempenho médio diário registrado em todo mês de outubro do ano passado (US$ 716,7 milhões) e 7,5% inferior à média diária registrada em setembro de 2008 (US$ 910,2 milhões). As importações, até a terceira semana de outubro, acumularam US$ 10,067 bilhões, com média diária de US$ 774,4 milhões. Por esse critério, ao se comparar com o desempenho médio apresentado em outubro do ano passado (US$ 560,7 milhões), verificou-se um crescimento de 38,1%, mas em relação ao valor médio diário importado em todo o mês de setembro deste ano (US$ 784,7 milhões), houve retração de 1,3%. O superávit observado até a terceira semana do mês foi de US$ 874 milhões (média diária de US$ 67,2 milhões). Na comparação com o desempenho médio diário do saldo comercial em outubro de 2007 (US$ 156 milhões), houve retração de 56,9% e sobre a média diária registrada em setembro deste ano (US$ 125,5 milhões), a queda foi de 46,4% Ano De janeiro à terceira semana de outubro (202 dias úteis), as exportações brasileiras somaram US$ 161,809 bilhões, com média diária de US$ 801 milhões, cifra 28% maior que a registrada no mesmo período do ano passado (US$ 625,6 milhões). As importações, no ano, totalizaram US$ 141,279 bilhões (média diária de US$ 699,4 milhões), um acréscimo de 51,2% sobre a média diária no mesmo período de 2007 (US$ 462,5 milhões). O saldo comercial, no ano, acumulou US$ 20,530 bilhões (média diária de US$ 101,6 milhões), um decréscimo de 37,7% sobre o desempenho médio diário do mesmo período de 2007 (US$ 163,1 milhões). Clique aqui e acesse os dados. Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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14/10/2008 - Balança comercial da semana passada registrou superávit de US$ 411 milhões
Balança comercial da semana passada registrou superávit de US$ 411 milhões O saldo comercial brasileiro - diferença entre o valor exportado e o importado - foi superavitário em US$ 411 milhões na segunda semana de outubro, entre os dias 6 e 12 (cinco dias úteis). Nesse período, a corrente de comércio (soma das exportações com as importações) chegou a US$ 8,163 bilhões, com uma média diária de US$ 1,633 bilhão. As exportações foram de US$ 4,287 bilhões - média diária de US$ 857,4 milhões - e as importações alcançaram US$ 3,876 bilhões, média diária de US$ 775,2 milhões. A média diária das exportações da segunda semana foi 0,4% superior à média de US$ 853,7 milhões da primeira semana do mês, em razão do crescimento nas exportações de produtos básicos (+37,9%), em razão de minério de ferro, petróleo em bruto, café em grão, minério de cobre e carne suína, enquanto as demais categorias de produtos registraram retração em suas exportações: semimanufaturados (-10,1%) - motivada pela queda de semimanufaturados de ferro/aço, ferro fundido, óleo de soja em bruto, ferro-ligas e couros e peles - e manufaturados (-8,6%), por conta, principalmente, de autopeças, óleos combustíveis, aparelhos transmissores/receptores, etanol e suco de laranja. Do lado das importações, apontou-se queda de 4,4%, sobre igual período comparativo, explicada, principalmente, pela retração nos gastos com adubos e fertilizantes, químicos orgânicos/inorgânicos, instrumentos de ótica e precisão, plásticos e obras e farmacêuticos. Mês No consolidado do mês, com oito dias úteis, o saldo comercial está superavitário em US$ 540 milhões - média diária de US$ 67,5 milhões. O resultado é 46,2% menor que o registrado em todo o mês de setembro último e 56,7% menor que o índice de todo o mês de outubro de 2007. Já a corrente de comércio, que chegou a US$ 13,156 bilhões nas duas primeiras semanas de outubro, foi 3% menor que a registrada em setembro passado, mas 28,7% superior à do mês de outubro de 2007. Em conseqüência, as exportações foram de US$ 6,848 bilhões e as importações de US$ 6,308 bilhões, no período. Nas exportações, comparando as médias diárias até a segunda semana de outubro de 2008 (US$ 856 milhões) com as médias de outubro de 2007 (US$ 716,7 milhões), houve crescimento de 19,4%, em razão do aumento das exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (+57,8%), com destaque para ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, açúcar em bruto e celulose; básicos (+14,8%), por conta de minério de ferro, carne bovina, de frango e suína, café em grão, fumo em folhas e petróleo em bruto; e manufaturados (+6%), em razão das maiores vendas de óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, etanol, aparelhos transmissores/receptores, açúcar refinado, autopeças e automóveis de passageiros. Relativamente a setembro de 2008, a média diária das exportações caiu 6% (de US$ 910,2 milhões para US$ 856,0 milhões), em face de quedas nas vendas de produtos básicos (-13,2%) e manufaturados (-12,1%), enquanto cresceram as exportações de semimanufaturados (+22,3%). Nas importações, a média diária até a segunda semana de outubro de 2008 (de US$ 788,5 milhões), ficou 40,6% acima da média de outubro de 2007 (US$ 560,7 milhões) e 0,5% superior a de setembro deste ano (US$ 784,7 milhões). No comparativo com outubro do ano passado, aumentaram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (+192,3%), combustíveis e lubrificantes (+72,2%), adubos e fertilizantes (+70,9%), siderúrgicos (+69,7%), cereais e produtos de moagem (+67,5%) e plásticos e obras (+37,5%). Em relação a setembro último, anotou-se aumento nas aquisições dos seguintes produtos: aeronaves e peças (+165,7%), cereais e produtos de moagem (+31,8%), combustíveis e lubrificantes (+14,0%), plásticos e obras (+9,3%), borracha e obras (+7,0%) e siderúrgicos (+1,9%). Ano No ano, com 197 dias úteis, o superávit comercial acumulou US$ 20,196 bilhões (média diária de US$ 102,5 milhões), resultado 37,8% menor que o saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 164,9 milhões). Na mesma comparação, as exportações totalizaram US$ 157,716 bilhões (média diária de US$ 800,6 milhões), aumento de 28,3% sobre o resultado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 624,1 milhões). Já as importações somaram US$ 137,520 bilhões (média diária de US$ 698,1 milhões), uma alta de 52% em relação ao desempenho médio diário verificado no mesmo período do ano passado (US$ 459,2 milhões). Clique aqui e acesse os dados. Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 ascom@desenvolvimento.gov.br
Autor: Site MDIC
 
13/10/2008 - Ministério realiza 1º Encontro Nacional de Comércio e Serviços
Ministério realiza 1º Encontro Nacional de Comércio e Serviços O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS), e as entidades nacionais representativas do setor de comércio realizam, nesta segunda-feira (13/10), das 9h às 17 horas, no Centro de Convenções do Espaço Apas, em São Paulo (SP), o 1º Encontro Nacional de Comércio e Serviços (Encoserv). Em sua primeira edição, o encontro reunirá oito entidades representativas do setor, especialistas e consultores de áreas temáticas, órgãos e instituições financeiras do Governo Federal e representações do Sebrae Nacional e da Federação Brasileira de Bancos. O evento tem como objetivo principal a construção de uma política para comércio e serviços. Os resultados dos debates abrangentes e aprofundados constituirão na base para a formulação de medidas e ações para o desenvolvimento do setor. “Existe um trabalho conjunto envolvendo MDIC, ABNT e Inmetro para a elaboração de uma certificação do varejo, além de outras medidas que têm impacto para a atividade varejista", adiantou o ministro Miguel Jorge. De acordo com o ministro, as medidas de simplificação do registro mercantil - requerimento de empresário e ficha de cadastro nacional eletrônicos, autenticação digital de Livros mercantis, criação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), cuja meta é reduzir o processo de abertura de empresas para o máximo de 15 dias - são também exemplos disso. Temas - A pauta do encontro prevê a abordagem dos seguintes temas: como o mundo vê o Brasil em comércio e serviços; políticas tributárias e trabalhistas no comércio e serviços; de internacionalização e exportação para o comércio e serviços; de desenvolvimento das micro e pequenas empresas (MPEs) na área de comércio e serviços; de financiamento do comércio e serviços, e o futuro do comércio e serviços no país. Outro assunto que deverá entrar na pauta é a viabilização do processo de internacionalização de empresas – estímulo à inserção e ao fortalecimento de empresas de capital nacional no mercado internacional, por meio do apoio a investimentos ou projetos no exterior -, que vem sendo discutido pelo Ministério, BNDES, Apex-Brasil, e entidades do setor. Setor - Para o secretário de Comércio e Serviços, Edson Lupatini Junior, esse fórum amadureceu com as reuniões periódicas entre governo e setor, iniciadas no ano passado, e do interesse de ambos em estabelecer um canal permanente de diálogo em relação às temáticas do comércio e dos serviços, setor que representa cerca de 60% do PIB, e importante na geração de empregos. “O setor da economia de comércio e serviços ainda é pouco discutido nos países. Os indicadores econômicos e as estatísticas levantadas demonstram a importância e o elevado potencial de ampliação desse segmento da base econômica, evidenciado pela alta competitividade, pelo impacto na agregação de valor, pelos crescentes interesses no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), e por outros pontos que serão destacados no encontro”, disse Lupatini. As entidades que contribuirão com a formulação das propostas são a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), Associação Brasileira de Franchising (ABF), Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop), Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV). (Programação sujeita a alterações) PROGRAMAÇÃO 08h às 9h – Credenciamento e Welcome Coffee 9h às 9h45 – Abertura com Ministro Interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, apresentação A.T Kearney – Como o mundo vê o Brasil em Comércio e Serviços 1º painel – 9h45 às 10h45 - POLÍTICAS TRIBUTÁRIAS E TRABALHISTAS NO COMÉRCIO E SERVIÇOS Participantes da mesa: Deputado Federal Sandro Mabel Ives Gandra Martins José Pastore Renato Bigname (Ministério do Trabalho) Receita Federal 10h45 às 11h15 – Coffee break 2º Painel – 11h15 às 12h30 - POLÍTICAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO E EXPORTAÇÃO PARA O COMÉRCIO E SERVIÇOS Participantes da mesa: Maurício Borges (APEX) Artur Grynbaum (ABF) Edson Lupatini (SCS) Sergio Reze (Fenabrave) Sussumu Honda (ABRAS) 3º Painel - 12h30 às 14h30 - POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPE NA ÁREA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS Participantes da mesa: Alencar Burti (Federação das Associações Comerciais) Nabil Sahyon (ALSHOP) Vítor Augusto Koch (CNDL) Luiz Carlos Barboza (Sebrae Nacional) 4º Painel – 14h30 às 15h30 - POLÍTICAS DE FINANCIAMENTO DO COMÉRCIO DE SERVIÇOS Participantes da mesa: José Carlos Soares (Banco do Brasil) Zaqueu Soares Ribeiro (Caixa Econômica Federal) Rubens Sardenberg (FEBRABAN) Carlos Eduardo Severini (ABAD) Júlio Raimundo (BNDES) 15h30 às 16h00 - Coffee break 5º Painel – 16h00 às 17h00 - O FUTURO DO COMÉRCIO E SERVIÇOS NO BRASIL Participantes da mesa: Sussumu Honda (ABRAS) Ministro Interino Ivan Ramalho (MDIC) Emerson Kapaz (IDV) (Programação sujeita a alterações) Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Alice Rosas Maciel
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9/10/2008 - Conselho Gestor da PDP realiza primeira reunião
Conselho Gestor da PDP realiza primeira reunião Foi realizada a primeira reunião do Conselho Gestor da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), coordenada pela ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Participaram da reunião os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo; o secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa; e da Ciência e Tecnologia, Luiz Elias; os presidentes da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial - ABDI, Reginaldo Arcuri; da Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP, Luís Fernandes; e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, Luciano Coutinho. O Conselho fez uma avaliação do andamento do processo de implantação e gestão da PDP desde o seu lançamento, em 12 de maio último. Entre os resultados alcançados, foi destacada a operacionalização da secretaria executiva, formada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI, Ministério da Fazenda e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Em reuniões e encontros periódicos, a secretaria definiu o modelo de coordenação e gestão a ser empregado na implementação da PDP, que inclui as atribuições das instâncias de gestão da Política e os requisitos para o encaminhamento de propostas. Quatorze Fóruns de Competitividade estão em operação no MDIC, tendo sido realizadas 28 reuniões técnicas desde maio. Também foram definidos 32 Comitês Executivos e seus gestores, sendo 30 dos quais já instalados, o que envolve 64 órgãos públicos. Destas discussões foram elaboradas agendas de ação dos setores Têxtil e Confecções, Construção Civil, Couro e Calçados, Agroindustrial, Bens de Capital, Serviços, Defesa, Nanotecnologia, Biotecnologia, Tecnologias de Informação e Comunicação, Exportações (com a Estratégia Brasileira de Exportações 2008/10, lançada no início de setembro), e uma agenda de ações sistêmicas (com a Estratégia Nacional de Simplificação do Comércio Exterior, lançada em 15 de maio). Outros 11 setores aguardam a aprovação de seus planos de ação por parte dos Comitês Executivos e nove estão em fase de elaboração. Os Fóruns da Indústria da Defesa (FID) e de Articulação Permanente com a Sociedade Civil (Complexo da Saúde) e a Câmara Setorial do Bioetanol estão em fase final de elaboração de seus planos de ação. Também estão em funcionamento o Sistema de Gestão da PDP, que permite o acompanhamento das ações desenvolvidas nos projetos e programas, e o Sistema de Indicadores, customizados de acordo com cada meta. Para acompanhar as ações da PDP, a Confederação Nacional da Indústria – CNI criou um núcleo específico para tal. Macrometas Os primeiros indicadores prevêem a execução das macrometas até 2010: a ampliação prevista de 21% do investimento fixo chegou a 18,5% no primeiro semestre de 2008; e as exportações fecharam o mês de setembro com US$ 150,8 bilhões, com previsão de chegar a US$ 202 bilhões até o final do ano. Ainda no âmbito da PDP, foram sancionadas as Leis 11.774/2008 (MP 428) e 11.786/2008 (MP 429), que tratam da desoneração do investimento e da criação do Fundo Garantidor da Construção Naval e autorização para o BNDES construir subsidiárias no exterior e a efetuar financiamentos em euro. Também foram publicados decretos, instruções normativas, portarias e resoluções voltadas para o incentivo à exportação e desonerações tributárias. Já estão em vigor a Nova Política Operacional do BNDES, com redução de spreads, novas linhas de inovação, prazos FINAME, nova área de renda variável; importantes medidas regulatórias de estímulo às exportações, como o Drawback Verde e Amarelo e a ampliação do PROEX, que passou para R$ 1,3 bilhão; e o Fundo Tecnológico – FUNTEC/BNDES, que apóia financeiramente projetos para estimular o desenvolvimento tecnológico e a inovação, cuja primeira seleção já foi concluída e a segunda encontra-se em curso. A próxima reunião do Conselho Gestor está prevista para o início de novembro. PDP Lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 12 de maio de 2008, a Política de Desenvolvimento Produtivo foi desenvolvida com o intuito de dar maior potência à Política Industrial, ampliar sua abrangência, aprofundar ações já iniciadas e consolidar a capacidade de desenhar, implementar e avaliar políticas públicas. As macrometas para 2010, definidas na PDP, são: • Aumentar a taxa de investimento da economia de 17,6% para 21% do PIB; • Ampliar os investimentos privados em Pesquisa e Desenvolvimento para 0,65% do PIB; • Elevar a participação brasileira no comércio global para 1,25% das exportações mundiais; • Aumentar em 10% o número de micro e pequenas empresas exportadoras. Mais informações para imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC ascom@desenvolvimento.gov.br (61) 2109-7190 e 2109-7198 Assessoria de Imprensa da ABDI imprensa_abdi@abdi.com.br (61) 3962-8700
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8/10/2008 - Presidente Lula encerra Fórum de CEOs Brasil-EUA
Presidente Lula encerra Fórum de CEOs Brasil-EUA O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerra sexta-feira, dia 10, o 3º Fórum de CEOs Brasil - Estados Unidos com um almoço no Hotel Hilton, em São Paulo. Às 14h lideranças empresariais e governamentais falarão à imprensa sobre os trabalhos do Fórum. Participam do encontro com os jornalistas os coordenadores do Fórum Josué Gomes da Silva (Coteminas) e Tim Solso (Cummins Inc.), os ministros Miguel Jorge da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior e Dilma Russef da Casa Civil, Carlos Gutierrez, secretário de Comércio dos EUA e Daniel Price, assistente do presidente dos Estados Unidos e conselheiro adjunto de Segurança Nacional para Assuntos Econômicos. Para participar da coletiva será exigido credenciamento prévio, que deverá ser feito impreterivelmente até às 19h do dia 8. Os jornalistas cadastrados deverão levar documento de identificação funcional (com foto) para ter acesso ao local do evento. O objetivo do Fórum é estimular a parceria entre Governo e setor privado do Brasil e dos Estados Unidos, por meio de projetos e revisão de regras que interfiram na ampliação do fluxo comercial entre os dois países. Esta é a terceira reunião do Fórum, criado pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e George W. Bush em março de 2007. A primeira reunião ocorreu em outubro de 2007, em Brasília, e a segunda em abril de 2008, em Washington. Compõe a pauta de discussão deste encontro, organizado pelo Apex-Brasil, acordo para evitar bitributação, as negociações da Rodada Doha e a facilitação na concessão de vistos, bem como projetos de infra-estrutura, intercâmbio tecnológico e procedimentos aduaneiros. Os executivos que compõem o Fórum pelo lado brasileiro são Josué Gomes da Silva (Coteminas), Carlos Ermírio de Moraes (Votorantim Participações), Carlos Alberto Vieira (Banco Safra), Jorge Gerdau Johannpeter (Gerdau), José Luís Cutrale (Sucocítrico Cutrale), Luiz Roberto Nascimento (Camargo Corrêa), Marcelo Bahia Odebrecht (Odebrecht), Marco Antônio Stefanini (Stefanini IT Solutions), Maurício Novis Botelho (Embraer) e Roger Agnelli (Vale). Os americanos são Tim Solso (Cummins Inc.), Alain Belda (Alcoa), Gregory Page (Cargill), Craig Barrett (Intel), Neville Isdell (Coca-Cola), Bill Rhodes (Citibank, N.A.), Greg Brown (Motorola), David Speer (Illinois Tool Works), John Faraci (International Paper) e Richard Wagoner (GM). Para credenciamento: identificar a empresa, o nome e o número do documento de identidade funcional. Tais dados devem ser remetidos ao email abaixo. Mais informações para a imprensa: Assessoria de Imprensa da Apex-Brasil (61) 3426-0202 felipe.campbell@apexbrasil.com.br / ana.barbosa@apexbrasil.com.br
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7/10/2008 - INPI divulga edital para seleção de especialistas em Propriedade Intelectual
INPI divulga edital para seleção de especialistas em Propriedade Intelectual O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) divulgou na última terça-feira, dia 30, no Diário Oficial da União, o edital para seleção de seis profissionais para o cargo de especialista sênior em Propriedade Intelectual. A remuneração é de R$ 12.128,55 e as inscrições serão feitas entre os dias 20 de outubro e 14 de novembro, das 9h às 12h e das 14h às 17h no Centro de Treinamento do Instituto (Praça Mauá, nº 07, 10º andar – Centro do Rio de Janeiro). O candidato pode encontrar o edital assim como o formulário de inscrição no site do Instituto (www.inpi.gov.br). As inscrições são gratuitas. Quem quiser concorrer ao cargo, deverá preencher os seguintes requisitos: possuir Doutorado e documentação que comprove atividade exercida durante dez anos após a conclusão do Doutorado numa das áreas de atuação do especialista. As áreas são as seguintes: Direito da Propriedade Intelectual, Direito do Autor nas Tecnologias da Informação e Comunicação, Economia da Inovação e Gestão da Inovação e Estratégia Tecnológica (com quatro vagas); além de Biotecnologia e Nanotecnologia (com duas vagas). A seleção contará com três etapas: a avaliação de títulos e currículos, defesa pública de memorial e prova didática, que consistirá da realização de conferência. Mais informações: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial SERCOM - Serviço de Comunicação Social Tel: (21) 2139-3233/ 2139-3232/ 2139-3231
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6/10/2008 - Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República Agenda comercial brasileira prioriza negociações multilaterais O aperfeiçoamento e a difusão dos instrumentos de promoção comercial facilitam a inserção de produtos brasileiros no mercado externo e os novos acordos comerciais e o aprofundamento dos já existentes permitem que os produtos brasileiros sofram menos restrições tarifárias e não-tarifárias para o ingresso em diferentes países. Neste quarto texto da série “Brasil Exportador”, vamos expor as ações e atividades que têm por objetivo ampliar o acesso a mercados. Elas fazem parte da “Estratégia Brasileira de Exportação”, lançada pelo MDIC. Multilateralismo - A prioridade da agenda comercial brasileira são as negociações multilaterais. Paralelamente a elas, o Brasil e os demais membros do Mercosul vêm dedicando esforços às negociações de acordos e preferências de comércio com parceiros selecionados. Esses esforços resultaram, recentemente, no Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e Israel, o primeiro tratado dessa natureza que o bloco assina com um país de fora da América Latina. Das outras negociações do Mercosul em curso, o Brasil espera concluir, em breve, o acordo com o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) e com outros parceiros comerciais importantes. Destacam-se também as negociações com o Marrocos, além de estudos sobre a possibilidade de acordos comerciais com o Egito e com países da Ásia. Com a Turquia e a Jordânia já foram firmados Acordos-Quadro para dar início às negociações de uma área de livre comércio com o Mercosul. União Européia - Nas negociações com a União Européia, o interesse ofensivo brasileiro e do Mercosul está nos produtos do agronegócio e há possibilidades de ganhos concretos de acesso a mercado para setores industriais. Esta percepção de ganhos resulta de mudanças recentes na pauta exportadora brasileira, como também do alargamento da União Européia, com a inclusão de países do leste europeu ao bloco. México - O México, além de ser um importante parceiro econômico-comercial do Brasil, firmou acordos de livre comércio com boa parte dos países desenvolvidos e com muitas economias emergentes. Com o objetivo de incrementar o intercâmbio comercial com México, o Brasil demonstrou interesse na ampliação e no aprofundamento do escopo do Acordo de Complementação Econômica nº 53, com vistas a se adotar o grau de abertura recíproca possível. O Acordo estabelece atualmente preferências fixas para cerca de 800 itens e está em vigor desde maio de 2003. Israel - As negociações para um Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e Israel foram concluídas em 2007. O processo de liberalização comercial será iniciado após a aprovação do acordo pelo Congresso Nacional e sua posterior ratificação. Entre os produtos que se beneficiarão do acordo estão, por exemplo, calçados, jóias, móveis, eletrodomésticos e material elétrico. Verifica-se também, no âmbito do Comitê Conjunto, a possibilidade de se ampliar o Acordo, com a negociação de regras sobre investimentos e da abertura do comércio de serviços. Golfo - O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) é um outro mercado consumidor importante, mas ainda pouco explorado pelos exportadores brasileiros. Emirados Árabes, Barein, Arábia Saudita, Omã, Catar e Coveite, países que compõem o CCG, apresentam excelentes oportunidades tanto para produtos de base quanto para bens manufaturados e serviços brasileiros. O Brasil, no âmbito das negociações Mercosul-CCG, tem como objetivo melhorar o acesso ao mercado consumidor desses países, que contam com altas taxas de crescimento da renda per capita. Além disso, são objetivos dessas negociações a ampliação das oportunidades para prestadores de serviços brasileiros e o aumento do fluxo de investimentos entre os blocos. O Mercosul assinou o Acordo-Quadro em 2005, dando início às negociações com vistas a um acordo de livre comércio entre o bloco e o CCG. Em 2007, a parte normativa do acordo já estava concluída, com um capítulo sobre comércio de bens, que inclui parâmetros para a liberalização tarifária em oito anos, além de capítulos sobre serviços e investimentos. Índia - O Acordo de Preferências Comerciais firmado pelo Mercosul com a Índia em 2004, que prevê uma primeira etapa de concessões de preferências tarifárias fixas, foi recentemente aprovado na Câmara dos Deputados. A liberalização comercial prevista pelo acordo cobre cerca de 450 itens tarifários de cada lado. Dos itens incluídos pela Índia no acordo há os produtos dos setores de carnes, químico, máquinas, têxteis, calçados, entre outros. O Mercosul também demonstrou interesse em ampliar e aprofundar as concessões do acordo, o que deve voltar à mesa de negociações após a entrada em vigor do tratado já assinado. Rússia - O objetivo das negociações com a Rússia é a conclusão de um Convênio de Cooperação Econômica Mercosul-Rússia que englobe a promoção e o desenvolvimento de comércio e investimentos; o desenvolvimento de cooperação científica e tecnológica em áreas de interesse comum, bem como a cooperação em energia, transporte, finanças, agricultura, turismo, tecnologias informáticas e de comunicação, e em matéria de pequenas e médias empresas. Agendas - Por meio de Grupos de Trabalho, integrados pelo MDIC, MRE, Mapa e outros órgãos públicos e privados a serem convidados - serão elaboradas agendas específicas para países com mercados potenciais para os produtos brasileiros. Essas agendas incluirão cruzamento de pautas, identificação de setores com potencial para comércio e investimento, além de planos de trabalho de cooperação econômica e promoção comercial. A primeira experiência neste sentido foi realizada com a China, que apresenta grande potencial e mostra-se ainda subaproveitado pelas empresas brasileiras. Instrumentos - Entre as medidas para apoiar a inserção externa das empresas brasileiras estão as atividades da Apex-Brasil, relacionadas à provisão de informações sobre os mercados externos e à promoção das vendas, a Secex, que coloca à disposição de qualquer pessoa ou empresa o Radar Comercial, um instrumento de consulta e análise online de dados, que propicia o acesso a informações comerciais de mais de 60 países.
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3/10/2008 - CHAMADA NACIONAL DE PROJETOS DE AGENTES
CHAMADA NACIONAL DE PROJETOS DE AGENTES LOCAIS DE INOVAÇÃO 2009- 2010 1. OBJETIVO Esta Chamada tem por objetivo selecionar, para posterior apoio técnico e financeiro do SEBRAE/NA, propostas de projetos de Agentes Locais de Inovação - ALI, apresentadas pelos SEBRAE/UF, para beneficiar micro e pequenas empresas (MPEs), nas regiões Nordeste, Centro Oeste, Sul e Sudeste. Os recursos desta Chamada, no valor de até R$19.944.000,00 (dezenove milhões e novecentos e quarenta e quatro mil reais), são para o apoio de até 09 (nove) propostas de projetos, sendo uma por UF, para o período 2009 e 2010. Maiores informações: http://www.sebrae.com.br/customizado/sebrae/institucional/chamadas-de-projetos/tecnologias-sociais/chamadaprojeto_ali_2009.doc
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2/10/2008 - MDIC lança II Bienal Brasileira de Design
MDIC lança II Bienal Brasileira de Design Será lançada oficialmente hoje (2/10), às 15h, durante entrevista coletiva no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a II Bienal Brasileira de Design, que será realizada de 8 a 5 de novembro, no Museu Nacional, em Brasília. O lançamento será feito pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, o presidente da Fiat América Latina, Cledorvino Belini, e o presidente fundador do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Jorge Gerdau Johannpeter. Esta edição da Bienal terá como enfoque o design industrial voltado à produção em grande escala. O evento é uma realização em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e o Governo do Distrito Federal (GDF) e faz parte do Programa Brasileiro de Design (PBD), lançado pelo MDIC em 1995 para aumentar a competitividade da gestão do design nos setores produtivos brasileiros. A proposta é consolidar o evento como forma de desenvolvimento e fortalecimento da Marca Brasil, associando valor agregado aos produtos nacionais. A segunda edição da Bienal tem ainda o apoio da Fiat, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), do Grupo Gerdau e Sebrae; além de parceria com Casa Park, Rede Design Brasil, Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, Senai e Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Saiba mais sobre a II Bienal Brasileira de Design, clicando aqui: www.bienalbrasileiradedesign.com.br/bienal Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação - MDIC Alex Rodrigues (61) 2109-7217 alex.barbosa@desenvolvimento.gov.br
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1/10/2008 - Governo estuda novas linhas de crédito para exportadores
Governo estuda novas linhas de crédito para exportadores O governo brasileiro está estudando medidas para ampliar as linhas de crédito aos exportadores brasileiros na tentativa de tentar solucionar a falta de dinheiro disponível para financiamentos no mercado internacional. As medidas estão sendo discutidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ministério da Fazenda (MF) e Banco Central (BC) e serão apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na próxima semana. Entre as opções em estudo estão a liberação de mais recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e para o Programa de Crédito à Exportação (Proex), além da ampliação das linhas de Adiantamento sobre Contratos de Câmbio (ACC). "Aproximadamente metade das exportações brasileiras, cerca de US$ 100 bilhões, é financiada e não podemos esperar o agravamento dessa crise para definir o que fazer. Estamos trabalhando preventivamente", explicou o ministro Miguel Jorge, durante a solenidade de entrega da Medalha do Conhecimento, realizada hoje (30/9) na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. De acordo com Miguel Jorge, nas últimas semanas, o MDIC não foi procurado por empresas, individualmente, ou por entidades de crédito para se informarem sobre os efeitos da crise financeira. Apesar disso, técnicos do Ministério têm mantido contatos freqüentes com empresas exportadoras para acompanhar os eventuais efeitos da crise nos Estados Unidos e Europa e, "com exceção das empresas que já informaram suas perdas, a maioria dos exportadores não sentiram efeitos importantes em seus negócios, embora tenham notado certa retração na liquidez", explica. O monitoramento e o estudo de novas medidas para os exportadores brasileiros foi solicitado pelo presidente da República ontem (29/9), durante reunião no Palácio do Planalto, com os ministros Miguel Jorge (MDIC) e Guido Mantega (Fazenda), o presidente do Banco Central , Henrique Meirelles, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral, e a secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Lytha Spíndola. Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Juliana Ribeiro juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br
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30/9/2008 - Conselho Gestor da PDP se reúne no MDIC
Conselho Gestor da PDP se reúne no MDIC Será realizada nesta terça-eira (30/9), no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), das 10h30 às 12h30, reunião do Conselho Gestor da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). O conselho é formado pela Casa Civil, o MDIC e os ministérios da Fazenda (MF), Planejamento (MP) e da Ciência e Tecnologia (MCT). A Secretaria Executiva do grupo é composta pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o MF. Ao final da reunião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, o secretário de Desenvolvimento da Produção do MDIC, Armando Meziat, e a diretora da (ABDI), Maria Luiza Leal, concederão briefing à imprensa, no auditório do MDIC. Informações sobre a PDP podem ser obtidas no site www.desenvolvimento.gov.br/pdp Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 ascom@desenvolvimento.gov.br
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29/9/2008 - Portaria Secex disciplina pedidos de Drawback Verde-Amarelo
Portaria Secex disciplina pedidos de Drawback Verde-Amarelo A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) publicou hoje (25/9), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria Secex nº 21, que disciplina os pedidos de concessão do Drawback Verde-Amarelo e altera a Portaria Secex nº 36, de 2007, legislação que trata do tema. Os pedidos de concessão do benefício poderão ser feitos à Secex a partir de 1º de outubro. A Portaria nº 21 normatiza os procedimentos operacionais detalhando, por exemplo, os requisitos para solicitação do ato concessório e os critérios de análise para a concessão do benefício. O documento ainda apresenta o modelo de nota-fiscal que deverá ser utilizado para aquisição, por meio do regime, de insumos nacionais destinados a fabricação de produtos exportáveis e a maneira de se efetuar a comprovação da exportação desses produtos, que não terão a incidência de tributos federais. Nesse caso, o exportador terá a suspensão de tributos federais como Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O Drawback Verde-Amarelo é resultado do trabalho conjunto da secretarias de Comércio Exterior (Secex) do MDIC e da Receita Federal do Ministério da Fazenda e foi regulamentado pela portaria nº 1.460, publicada no DOU em 19 de setembro. Esse instrumento foi instituído pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio deste ano. A nova modalidade de drawback permite que os insumos adquiridos no mercado interno e empregados na produção de bens exportáveis desfrutem do mesmo tratamento tributário já concedido aos insumos importados, beneficiados com o regime do Drawback Importação. Até hoje, o sistema de drawback em vigor permitia a suspensão, isenção ou restituição de impostos federais - como o Imposto de Importação (II), o IPI, PIS e Cofins – apenas para a compra de insumos importados utilizados na fabricação de produtos brasileiros destinados ao mercado internacional. Fale conosco A Secex instituiu uma caixa de correio eletrônico exclusiva para receber demandas de empresários brasileiros por informações sobre o Drawback Verde-Amarelo: dbva@desenvolvimento.gov.br Leia a íntegra da Portaria Secex nº 21. Leia também: MDIC e Receita Federal divulgam regulamentação do Drawback Verde-Amarelo Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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26/9/2008 - Portaria Secex disciplina pedidos de Drawback Verde-Amarelo
Portaria Secex disciplina pedidos de Drawback Verde-Amarelo A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) publicou hoje (25/9), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria Secex nº 21, que disciplina os pedidos de concessão do Drawback Verde-Amarelo e altera a Portaria Secex nº 36, de 2007, legislação que trata do tema. Os pedidos de concessão do benefício poderão ser feitos à Secex a partir de 1º de outubro. A Portaria nº 21 normatiza os procedimentos operacionais detalhando, por exemplo, os requisitos para solicitação do ato concessório e os critérios de análise para a concessão do benefício. O documento ainda apresenta o modelo de nota-fiscal que deverá ser utilizado para aquisição, por meio do regime, de insumos nacionais destinados a fabricação de produtos exportáveis e a maneira de se efetuar a comprovação da exportação desses produtos, que não terão a incidência de tributos federais. Nesse caso, o exportador terá a suspensão de tributos federais como Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O Drawback Verde-Amarelo é resultado do trabalho conjunto da secretarias de Comércio Exterior (Secex) do MDIC e da Receita Federal do Ministério da Fazenda e foi regulamentado pela portaria nº 1.460, publicada no DOU em 19 de setembro. Esse instrumento foi instituído pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio deste ano. A nova modalidade de drawback permite que os insumos adquiridos no mercado interno e empregados na produção de bens exportáveis desfrutem do mesmo tratamento tributário já concedido aos insumos importados, beneficiados com o regime do Drawback Importação. Até hoje, o sistema de drawback em vigor permitia a suspensão, isenção ou restituição de impostos federais - como o Imposto de Importação (II), o IPI, PIS e Cofins – apenas para a compra de insumos importados utilizados na fabricação de produtos brasileiros destinados ao mercado internacional. Fale conosco A Secex instituiu uma caixa de correio eletrônico exclusiva para receber demandas de empresários brasileiros por informações sobre o Drawback Verde-Amarelo: dbva@desenvolvimento.gov.br Leia a íntegra da Portaria Secex nº 21. Leia também: MDIC e Receita Federal divulgam regulamentação do Drawback Verde-Amarelo Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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25/9/2008 - Governo revisa a meta de exportações de 2008 para US$ 202 bilhões
Governo revisa a meta de exportações de 2008 para US$ 202 bilhões O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, anunciou nesta terça-feira (23/9) a revisão da meta das exportações brasileiras de 2008 para US$ 202 bilhões. A meta divulgada hoje, durante entrevista coletiva realizada no MDIC, significa um crescimento de 25,7% em relação às exportações de 2007, que chegaram a US$ 160 bilhões. Alguns fatores são importantes em relação às perspectivas de bom desempenho da balança comercial brasileira para este ano. De acordo com Barral, o preço de commodities como carnes, minério de ferro, café, ferro gusa, açúcar, farelo e óleo de soja estão em alta ou estáveis. Outras, como petróleo, metais, soja em grão, couro, celulose e milho, mesmo em baixa, permanecem acima dos preços praticados em 2007. Além das commodities, o aumento das exportações de aeronaves, a retomada nas exportações de telefone celular, o crescimento das exportações de tratores e caminhões, e a retomada dos embarques de petróleo são outros fatores que contribuíram positivamente para o desempenho da balança comercial. O secretário destacou ainda que a previsão para os últimos quatro meses de 2008 é que o Brasil exporte mais US$ 71 bilhões, o que representa uma média 22% superior ao mesmo período do ano passado. " Nós pretendemos que a média dorsal entre setembro e dezembro seja superior a média mensal do resto do ano". A última revisão do índice foi feita em julho deste ano, quando foi estabelecido o valor de US$ 190 bilhões. A primeira meta prevista para 2008, divulgada em novembro de 2007, havia sido de US$ 172 bilhões. Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109-7190 e 2109-7198 ascom@desenvolvimento.gov.br
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23/9/2008 - Iases em parceria com ArcelorMittal
Iases em parceria com ArcelorMittal inaugura fábrica de blocos na Unis e lança livro de poesias na quinta (25) Assessoria de Comunicação/Iases Os adolescentes participam de aulas práticas e já produziram aproximadamente mil blocos de concreto. O Instituto de Atendimento Sócio-Educativo do Espírito Santo (Iases), em parceria com a ArcelorMittal Tubarão, inaugura na quinta-feira (25) a Fábrica de Artefatos em Concreto Sustentável, construída na Unidade de Internação Sócio-Educativa (Unis) para capacitar profissionalmente os socioeducandos. Além da inauguração da fábrica de blocos, também será lançado um livro de poesias escritas pelos socioeducandos do Iases chamado "Colecionadores de Palavras". A solenidade acontece a partir das 9 horas desta quinta-feira (25) na Unis e na quadra poliesportiva da Unip, em Cariacica-Sede. Também está previsto o pré-lançamento de um CD com músicas rap, funk e samba, compostas pelos adolescentes da Unis e da Unidade Feminina de Internação (UFI). As ações são iniciativa da diretoria do Iases e ArcelorMittal Tubarão. A empresa já desenvolve parceria com o Instituto em outras ações como oficina de música e, inclusive, já fez doação de instrumentos musicais e vem sendo fundamental para o crescimento e o desenvolvimento das ações socioeducativas com os adolescentes nas unidades do Iases. A Fábrica de Artefatos em Concreto foi construída pela ArcelorMIttal Tubarão em aproximadamente 15 dias e ficou pronta no início deste mês. No dia 04, um grupo de 14 adolescentes da Unis começou a ser capacitado.
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23/9/2008 - Balança registra superávit de US$ 839 milhões na terceira semana de setembro
Balança registra superávit de US$ 839 milhões na terceira semana de setembro A balança comercial brasileira, na terceira semana de setembro (entre os dias 15 e 21), registrou exportações de US$ 4,355 bilhões (média diária de US$ 871 milhões) e importações de US$ 3,516 bilhões (média diária de US$ 703,2 milhões), desempenhos que resultaram num superávit – diferença entre o valor exportado e o importado – de US$ 839 milhões (média diária de 167,8 milhões). A corrente de comércio (soma das exportações com as importações) verificada na semana foi de US$ 7,871 bilhões (média diária de US$ 1,574 bilhão). A média diária das exportações brasileiras na terceira semana de setembro chegou a US$ 871,0 milhões, valor 9,5% menor à média registrada no mês até a segunda semana (US$ 962,6 milhões), em função de queda nas vendas de produtos manufaturados (-19%) e básicos (-9,5%). As exportações de bens semimanufaturados, porém, apresentaram alta de 22,7%. Nas operações de importação, observou-se uma queda de 12,9% na terceira semana de setembro em relação à média registrada até a segunda semana do mês, explicada pela diminuição de compras de combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos e produtos de borracha. Mês No mês, até o dia 21 de setembro, as exportações totalizaram US$ 13,981 bilhões, o que correspondeu a um desempenho médio diário de US$ 932,1 milhões, valor 25% maior que o desempenho médio diário das exportações em todo o mês de setembro do ano passado (US$ 745,6 milhões). Nesse período houve incremento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+50,5%) – com destaque para minério de ferro, petróleo em bruto, carne suína, bovina e de frango, fumo em folhas, soja em grão, café em grão e farelo de soja – semimanufaturados (+37,8%) – em função de semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, ferro fundido, celulose, ligas de alumínio e ferro-ligas – e manufaturados (+5,6%) – principalmente, módulos para plataforma de exploração de petróleo e gás, fio-máquina de ferro e aço, etanol, autopeças, automóveis, máquinas para terraplanagem e bombas e compressores A média diária das exportações no mês de setembro ficou 0,9% menor que a média diária das vendas internacionais brasileiras em agosto deste ano (US$ 940,3 milhões). Nessa comparação, houve queda das vendas de produtos básicos (-9,7%) e semimanufaturados (-1,6%). As exportações de manufaturados, entretanto, cresceram 7,8%. As importações, nas três semanas de setembro, acumularam US$ 11,590 bilhões (média diária de US$ 772,7 milhões), um crescimento de 37,3% sobre o desempenho médio diário apresentado no mesmo mês do ano passado (US$ 562,6 milhões), com elevação nas compras de produtos siderúrgicos (+78,8%), adubos e fertilizantes (+68,9%), veículos automóveis e partes (+50,7%), instrumentos de ótica e precisão (+47,5%), produtos químicos orgânicos e inorgânicos (+45,4%) e farmacêuticos (+40,8%). Em relação à média diária registrada no mês de agosto último (US$ 832,3 milhões), entretanto, observou-se retração de 7,2% nas importações, até a terceira semana do mês, com decréscimo nos desembarques de aeronaves e peças (-43,2%), adubos e fertilizantes (-32,5%), combustíveis e lubrificantes (-17,5%), cereais e produtos de moagem (-13,2%) e equipamentos mecânicos (-11,4%). O saldo comercial apresentado até a terceira semana de setembro foi de US$ 2,391 bilhões, com média diária de US$ 159,4 milhões, e ficou 12,9% menor que o superávit médio diário registrado em todo o mês de setembro do ano passado (US$ 183 milhões). Em relação à média diária do saldo verificada em agosto de 2008 (US$ 108 milhões), houve um incremento de 47,5%. Ano No ano, com 182 dias úteis, até a terceira semana de setembro, as exportações totalizaram US$ 144,824 bilhões (média diária de US$ 795,7 milhões), aumento de 29,6% sobre o resultado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 613,8 milhões). Na mesma comparação, as importações somaram US$ 125,526 bilhões, com média diária de US$ 689,7 milhões, uma alta de 52,5% em relação ao desempenho médio diário verificado no mesmo período do ano passado (US$ 452,4 milhões). Até a terceira semana de setembro, o superávit comercial no ano acumulou US$ 19,298 bilhões (média diária de US$ 106 milhões), resultado 34,3% menor que o saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 161,4 milhões). Clique aqui e acesse os dados. Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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10/9/2008 - MDIC divulga Balança comercial por unidade da federação
MDIC divulga Balança comercial por unidade da federação O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou no dia 9 de setembro os dados do desempenho comercial internacional dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal em agosto de 2008. No período, as exportações brasileiras somaram US$ 19,747 bilhões, cifra 43,2% maior que a registrada em agosto do ano passado. As importações, na mesma comparação, cresceram 65,6% e totalizaram US$ 17,478 bilhões. O saldo comercial (diferença entre o valor exportado e o importado) foi de US$ US$ 2,269 bilhões. Exportação As exportações da região Norte apresentaram, no mês de agosto, crescimento de 85,1% sobre o desempenho apresentado em agosto do ano passado. Essa foi a melhor performance de crescimento regional registrada no mês. No período, as empresas nortistas embarcaram para o exterior US$ 1,492 bilhões no mês. O Pará foi o grande exportador da região, com embarques de US$ 1,283 bilhão, um incremento de 96,3% sobre o mesmo período do ano passado. As exportações do Amazonas somaram US$ 117 milhões (+19,5%), as de Rondônia US$ 36,3 milhões (+6,6%) e as de Tocantins US$ 25,9 milhões (+151,4%). Amapá, embora com exportações modestas (US$ 27 milhões), apresentou o maior crescimento no período (240,3%). O Centro-Oeste apresentou crescimento de 60,1% nas exportações em relação a agosto do ano passado, a segunda maior alta registrada no país. As vendas da região ao mercado internacional totalizaram US$ 1,426 bilhão. As exportações do Mato Grosso foram as maiores, US$ 694,4 milhões (+39,2%); seguido de Goiás, US$ 499 milhões (+82,3%); Mato Grosso do Sul, US$ 214 milhões (+89,8%) e Distrito Federal, US$ 19 milhões (+244,6%). As exportações dos quatro estados do Sudeste – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo – somaram US$ 11,349 bilhões, o que representou uma participação de 57,5% no total brasileiro. O crescimento das exportações da região foi de 47,4% em relação a agosto de 2007. Como principal exportador da região e, conseqüentemente do país, permaneceu o estado de São Paulo que, sozinho, foi responsável por vender ao mercado internacional 27,11% de todas as exportações brasileiras no período (US$ 5,352 bilhões). No Nordeste, os nove estados exportaram juntos US$ 1,384 bilhão, o que representou 7% das vendas brasileiras ao mercado internacional em agosto, com uma alta de 34,3%, na comparação com o mesmo mês de 2007. Na região, a Bahia foi o estado que mais exportou (US$ 746 milhões), o que representou uma alta de 20,7% sobre o agosto do ano passado. Em seguida vieram os estados do Maranhão, Ceará e Pernambuco com exportações de US$ 353 milhões (+93%), US$ 113 milhões (+5,9%) e US$ 76 milhões (+35,7%), respectivamente. As exportações dos estados do Sul somaram US$ 3,894 bilhões, um crescimento de 23% em relação a agosto do ano passado. Rio Grande do Sul registrou o maior desempenho da região com embarques de US$ 1,730 bilhão (+20,8%), em seguida veio o Paraná com exportações de US$ 1,371 bilhões (+27,7%) e o estado de Santa Catarina com exportações de US$ 792 milhões (+20,1%). Importação As importações da região Sudeste em agosto totalizaram US$ 9,956 bilhões, um crescimento de 65,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A região teve a maior participação nas importações de todo o Brasil (57%). O estado que mais importou foi São Paulo (US$ 6,552 bilhões). Os estados da região Sul importaram US$ 3,982 bilhões, um aumento de 90,2% no comparativo com o mesmo período de 2007. A participação da região no total de importações foi de 22,8%, sendo Rio Grande do Sul o estado que mais comprou produtos do mercado internacional (US$ 1,808 bilhão). Em seguida apareceram Paraná, com compras de US$ 1,368 bilhão e Santa Catarina com US$ 805 milhões. Os registros da região Nordeste de importações totalizaram US$ 1,548 bilhão em agosto deste ano. A participação da região no total brasileiro de desembarques foi de 8,9% e o crescimento foi de 44,5% sobre os valores importados no mês em 2007. O Maranhão importou US$ 561 milhões e teve participação na pauta nacional de 3,21%. Em seguida apareceram Bahia US$ 509,8 milhões (participação de 2,92%); Pernambuco, US$ 273,2 milhões (1,56%); Ceará, US$ 95,3 mil (0,55%) e Paraíba, US$ 31,6 mil (0,18%). O Norte do país registrou uma elevação de 51,8% nas importações no mês, na comparação com agosto do ano passado. O total desembarcado pela região foi de US$ 1,069 bilhão, com uma participação de 6,1% no total do país. O Amazonas, em função das compras da Zona Franca de Manaus, teve destaque com importações de US$ 950,8 milhões. As importações do Centro-Oeste, no período, somaram US$ 912 milhões, o que representou uma participação de 5,2% nas compras internacionais brasileiras. Apesar de a participação das importações da região ter sido a menor do país, o crescimento foi de 87,3%, na comparação com o desempenho em agosto de 2007. O estado que mais importou foi Mato Grosso do Sul (US$ 368 milhões). Logo após, vieram Goiás (US$ 333 milhão) e Mato Grosso, com desembarques de US$ 114 milhões. O Distrito Federal apresentou importações de US$ 96 milhões. Clique aqui e acesse os números. Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br larissa.itaborai@desenvolvimento.gov.br
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8/9/2008 - 129° ENCOMEX
129° ENCOMEX - Recife - PE 11/09/2008 Informações: http://www.encomex.desenvolvimento.gov.br/Cadastro_Feiras/inscricao.php
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6/9/2008 - Estratégia Brasileira de Exportação aponta macro-objetivos para Brasil alcançar metas da PDP
Estratégia Brasileira de Exportação aponta macro-objetivos para Brasil alcançar metas da PDP O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apresenta hoje (3/9) o documento “Estratégia Brasileira de Exportação 2008-2010”, estudo que tem o objetivo de ser um instrumento de ampliação da competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. A Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio pelo Governo Federal, apontou alguns dos desafios para a manutenção do crescimento das exportações brasileiras. Uma das metas estabelecidas foi a ampliação da participação das exportações brasileiras para 1,25% das exportações mundiais, em 2010, o que em valores de hoje representa cerca de US$ 210 bilhões. Outra meta estabelecida foi o aumento da participação do número de micro e pequenas empresas brasileiras no comercio exterior. Para se alcançar essas metas, a Estratégia mapeou ações que estão sendo desenvolvidas por mais de 40 órgãos do Governo Federal e identificou quais terão maior impacto sobre o comércio exterior. Um dos desafios verificados foi a necessidade da melhoria do ambiente competitivo brasileiro, redução dos custos burocráticos e de financiamento, além do aprimoramento da infra-estrutura. A Estratégia identificou cinco macro-objetivos para a ampliação das exportações brasileiras de bens e serviços: 1. Aumento da competitividade da base exportadora brasileira A Estratégia Brasileira de Exportação 2008-2010 apresenta um conjunto de iniciativas para incentivar o desenvolvimento do ambiente de negócio e de atuação das empresas exportadoras, aumentando a competitividade em mercados internacionais. Os programas, ações e instrumentos previstos envolvem a aplicação de recursos de cerca de R$ 12,5 bilhões, em 2008, e podem ser divididos em três grupos: - Facilidade de acesso ao crédito - Desburocratização e facilitação do comércio exterior - Melhoria da infra-estrutura de transportes 2. Agregação de valor às exportações O Brasil tem sido um importante exportador de commodities de origem agrícola e mineral ao longo de sua história. A partir da década de 1970, houve transformações importantes, quando os produtos manufaturados começaram a ganhar maior participação na pauta, passando a responder por mais da metade do total. Entretanto, as exportações brasileiras ainda são compostas por vários produtos de menor intensidade tecnológica e com baixo valor unitário. Para alterar esse quadro, será necessário o incentivo à inovação tecnológica e outras ações que fomentem a eficiência de diversas cadeias produtivas brasileiras: - Incentivo à inovação nas empresas - Fomento à eficiência das cadeias produtivas: - Promoção da competitividade nas cadeias produtivas; - Desenvolvimento de estratégias competitivas para as cadeias produtivas selecionadas - Desenvolvimento de fontes alternativas de energia 3. Aumento da base exportadora A estratégia prevê o aumento do número de empresas brasileiras, sobretudo micro e pequenas empresas (MPEs), que atuam no comércio exterior. Essas empresas respondem, em conjunto, por cerca de 21% do valor das exportações do País. As ações previstas são: - Capacitação e acesso à informação - Concessão de apoio financeiro para exportações de pequenas empresas 4. Ampliação do acesso a mercados Novos acordos comerciais e o aprofundamento dos já existentes farão com que produtos brasileiros sofram menos restrições tarifárias e não-tarifárias em diferentes países. Da mesma forma, o aperfeiçoamento e a difusão dos instrumentos de inteligência e promoção comercial, facilitarão a inserção de produtos brasileiros no mercado externo. A eliminação de barreiras não-tarifárias ao comércio também foi avaliada, especialmente as exigências técnicas e sanitárias, que cada vez mais ameaçam exportações brasileiras. Ações previstas: - Ampliação da rede de acordos internacionais - Reforço dos instrumentos de inteligência e promoção comercial - Superação de barreiras não-tarifárias às exportações brasileiras: - Aperfeiçoamento dos controles de sanidade para produtos de exportação da Agropecuária - Metrologia, Qualidade e Avaliação da Conformidade; - Incentivo a internacionalização das empresas brasileiras: - Fortalecimento dos instrumentos de suporte para a internacionalização de empresas; - Centros de Negócios (Brazil Trade Support Center) da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) 5. Incremento das exportações de serviços O setor de serviços tem grande importância para a economia brasileira, respondendo pela maior parte do PIB nacional, dos investimentos estrangeiros diretos e dos empregos gerados no País. As exportações de serviço, nos últimos quatro anos, apresentaram índices de crescimento superior aos índices das vendas externas de bens brasileiros. Para isso, foram estabelecidas quatro linhas de ação: - Criação de sistemas de informação e de gestão das operações de comércio exterior de serviços; - Ampliação de créditos e desoneração das operações de exportação de serviços; - Capacitação de profissionais e empresas prestadoras de serviços; - Ampliação, diversificação e desconcentração das exportações brasileiras de serviços. A Estratégia incorpora um conjunto de programas, ações e instrumentos de incrementos das exportações de serviços para o alcance da meta estabelecida pela PDP, com a aplicação de recursos de R$ 19 milhões em 2008. - Aprimoramento dos sistemas informação e gestão sobre o comércio de serviços - Desenvolvimento e implantação o Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços (Siscoserv); - Criação da Nomenclatura Brasileira do Comércio Exterior de Serviços; - Harmonização de conceitos do comércio exterior de serviços e compatibilização das normas relacionadas ao tema; - Publicação “Panorama do Comércio Internacional de Serviços”; - Elaboração de estatísticas sobre a presença comercial brasileira no exterior no setor de serviços (Foreign Affiliate Trade in Services) - Ampliação do crédito e desoneração das exportações - Capacitação dos prestadores de serviços para o comércio exterior - Promoção das exportações de serviços: A Apex-Brasil incluiu entre seus objetivos estratégicos o de desenvolver programas e ações de promoção comercial de atividades de serviços. O Ministério das Relações Exteriores estrutura mecanismos de internacionalização de empresas do setor de serviços. Com esse objetivo, será incluído volume sobre exportação de serviços na série “Como Exportar”. A série reúne informações básicas sobre países específicos ou mercados integrados, de interesse do exportador brasileiro, e inclui, entre outros, dados o perfil sociopolítico; comércio exterior; economia e finanças; canais de distribuição; e legislação. Leia aqui a íntegra do documento. Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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19/8/2008 - Especialistas brasileiros vão aos Estados Unidos discutir venture capital
Especialistas brasileiros vão aos Estados Unidos discutir venture capital O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, desembarca em Atlanta nesta segunda-feira (18), juntamente com consultores da ABDI e representantes de entidades governamentais, empresas e universidades brasileiras, para participar de uma série de eventos de promoção do empreendedorismo, inovação e venture capital. No dia 19, Arcuri apresentará um painel sobre as oportunidades de investimentos e inovação no Brasil e sobre a Política de Desenvolvimento Produtivo do País, durante o Americas Competitiveness Forum, que pretende discutir ações que estimulem a economia e a competitividade nas Américas. Neste mesmo dia, o grupo participará do segundo encontro da US-Brazil Venture Capital Task Force, força-tarefa formada por especialistas do Brasil e dos Estados Unidos. A partir da troca de experiências com a indústria americana de venture capital e private equity, serão discutidas possíveis medidas de incentivo do governo e do setor privado do Brasil a este mercado. A idéia é favorecer o crescimento de empresas baseadas na capitalização por instrumentos de venture capital, além de estimular a cooperação entre empresas intensivas em inovação e tecnologia dos dois países. A pauta do encontro reúne 26 temas, entre eles o angel investment, modalidade de investimento realizada por pessoas físicas de larga experiência profissional em empresas emergentes. Também serão discutidos temas ligados à infra-estrutura legal, tais como a desvinculação dos investidores em relação às obrigações das empresas investidas e a reedição do Censo da Indústria Brasileira de Private Equity e Venture Capital, cuja versão original foi produzida pela Fundação Getúlio Vargas. Composição do Task Force A US-Brazil Venture Capital Task Force é resultado do convênio MDIC-DOC Dialogue, firmado entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e o Departamento de Comércio Americano (US DoC). O grupo é composto por representantes de entidades como ABDI, ABVCAP, ANPROTEC, BB – Banco de Investimentos, BNDES, FINEP, Fundação Getúlio Vargas, Gávea Angels, Instituto Empreender Endeavor Brasil, Instituto Gênesis da PUC-Rio, MDIC, PREVI, SEBRAE-SP e Unicamp Ventures. Mais sobre Venture Capital e Private Equity Entre os projetos desenvolvidos pela ABDI e sustentados nas diretrizes da Política de Desenvolvimento Produtivo, lançada em maio pelo Governo Federal, o de venture capital e private equity apresenta-se transversal aos setores produtivos, buscando criar um ambiente favorável à inovação das empresas nacionais por meio do capital empreendedor. Venture capital e private equity estão entre os instrumentos financeiros mais utilizados nos EUA para o desenvolvimento de empresas inovadoras. A capitalização por instrumentos de venture capital e private equity proporciona a elevação do nível de competitividade das empresas investidas. A oferta de capital de longo prazo permite a expansão das atividades e a implantação das melhores práticas de gestão nessas empresas. Os investidores, por sua vez, passam a fazer parte da governança das empresas investidas. Assessoria de Comunicação Social Márcia Oleskovicz / Maruska Freitas / Mécia Menescal / Bianca Smolarek bianca.smolarek@abdi.com.br / imprensa_abdi@abdi.com.br 61 3962-8700
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18/8/2008 - Pólo Industrial de Manaus mantém trajetória de crescimento no semestre
Pólo Industrial de Manaus mantém trajetória de crescimento no semestre O primeiro semestre de 2008 foi de aumento de faturamento, exportações, geração de empregos e de produção para o Pólo Industrial de Manaus (PIM). Nos seis primeiros meses do ano, segundo os indicadores de desempenho da SUFRAMA divulgados nesta quarta-feira (dia 13), a indústria faturou US$ 15,052 bilhões, volume 31,46% maior que o contabilizado no mesmo período do ano passado (US$ 11,450 bilhões). O resultado é histórico e supera, por exemplo, o faturamento de todo o ano de 2004 (US$ 14,190 bilhões) e é próximo ao alcançado em 2005 (US$ 18, 916 bilhões). Outro indicador comemorado pela direção da autarquia é a retomada das exportações, que chegaram a US$ 568,561 milhões no semestre. O indicador é 27,54% maior que os US$ 445,798 milhões de janeiro a junho de 2007. Contribuíram para o resultado a ampliação das vendas de aparelhos celulares e a manutenção do bom desempenho de produtos como concentrados para refrigerante e motocicletas no mercado internacional. Além dos Estados Unidos, a Superintendência vem fomentando a maior relação comercial do PIM com os países vizinhos e outros blocos econômicos. O reflexo imediato do bom momento econômico, além da geração de impostos e da movimentação dos demais setores econômicos é a geração de emprego. Com base nos indicadores de desempenho fornecidos por 411 empresas, o Pólo Industrial de Manaus está empregando em suas linhas de produção 105.431 trabalhadores. “Considerando todo o universo de fábricas, superior a 550, os empregos diretos ultrapassam a marca dos 110 mil postos de trabalho. Além desses temos outros mais de 400 mil indiretos”, destaca a superintendente da SUFRAMA, Flávia Grosso. Entre os produtos que registraram crescimento de produção, destaque para os televisores com tela de cristal líquido (LCD). De janeiro a junho saíram das linhas de produção 913.355 unidades, um volume 249,06% maior que o alcançado no mesmo período do ano passado, de 261.660 TVs com essa tecnologia, e que em alguns modelos já incorporam o receptor de sinal digital (set-top box). Nesse nicho os aparelhos de TV com tela de plasma registraram alta de 48,15% no mesmo período de comparação, passando de 82.239 para 121.833 unidades. Na produção de motocicletas, motonetas e ciclomotores, a principal responsável pelo crescimento contínuo do pólo duas rodas, também foi verificado significativo crescimento. A oferta subiu 28,65%, passando de 947.684 para 1.219.236 unidades no semestre. Além desses produtos também apresentaram produção maior aparelhos de telefonia celular (51,22%), compact disc – inclusive cd-rom (36,20%), microcomputadores – inclusive portáteis (35,43%), relógio de pulso e bolso (31,61%), auto-rádio e aparelhos reprodutores de áudio (31,07%), set-top box (27,77%), aparelho telefônico – inclusive porteiro eletrônico (21,01%) e telejogo (9,22%). Mais informações para a imprensa: Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa (92) 3321-7042 / 3321-7037/3321-7038 Hudson Braga hudson.braga@suframa.gov.br
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15/8/2008 - Camex reduz Imposto de Importação de matéria-prima para detergente
Camex reduz Imposto de Importação de matéria-prima para detergente Para evitar desabastecimento no mercado interno, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu de 10% para 2% a alíquota do imposto de importação de tripolifosfato para fabricação de detergentes em pó (NCM 2835.31.90), dentro do limite de uma cota global de 94 mil toneladas. A decisão, ad referendum do Conselho de Ministros, foi publicada hoje (13/8) no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Resolução Camex nº 50. A medida entra em vigor a partir de hoje e terá validade de 12 meses. A alteração é amparada pela Resolução nº 69/00 do Mercado Comum do Sul (Mercosul), que autoriza ações pontuais de caráter excepcional para garantir o abastecimento normal dos países do bloco. Mais informações para imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Aline Cruz Moura aline.moura@desenvolvimento.gov.br
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12/8/2008 - MDIC divulga dados da balança comercial por unidade da federação em julho
MDIC divulga dados da balança comercial por unidade da federação em julho O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou hoje (8/8) os dados do desempenho comercial internacional dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal em julho de 2008. No período, as exportações brasileiras somaram US$ 20,453 bilhões, cifra 38,6% maior que a registrada em julho do ano passado. As importações, na mesma comparação, cresceram 52,2% e totalizaram US$ 17,149 bilhões. O saldo comercial (diferença entre o valor exportado e o importado) foi de US$ US$ 3,304 bilhões. Clique aqui e acesse os números. Exportação Em julho de 2008, as exportações dos quatro estados do Sudeste – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo – somaram US$ 10,968 bilhões, o que representou uma participação de 53,6% no total brasileiro. O crescimento das exportações da região foi de 34,8% em relação a julho de 2007. O principal exportador da região e, conseqüentemente do país, permaneceu o estado de São Paulo que, sozinho, foi responsável por vender ao mercado internacional 26,79% de todas as exportações brasileiras no período (US$ 5,478 bilhões). As exportações dos estados do Sul somaram US$ 4,478 bilhões, um crescimento de 23,7% em julho, em relação ao mesmo período do ano passado. Rio Grande do Sul apresentou o melhor desempenho da região com embarques de US$ 1,862 bilhão (+6,6%), em seguida veio o Paraná com exportações de US$ 1,803 bilhões (+51,9%) e o estado de Santa Catarina vendeu ao mercado internacional, no mês, US$ 811 milhões (+18,2%). O Centro-Oeste apresentou crescimento de 120% nas exportações em relação a julho do ano passado, a maior alta registrada no país. As vendas da região ao mercado internacional passaram de US$ 797 milhões, em julho do ano passado, para US$ 1,834 bilhão neste ano. As exportações do Mato Grosso foram as maiores (US$ 912 milhões), seguido de Goiás (US$ 643 milhões), Mato Grosso do Sul (US$ 257 milhões) e Distrito Federal (US$ 20 milhões). No Nordeste, os nove estados exportaram juntos US$ 1,620 bilhão, o que representou 7,9% das vendas brasileiras ao mercado internacional em julho, com uma alta de 47% na comparação com o mesmo mês de 2007. Na região, a Bahia foi o estado que mais vendeu ao mercado mundial com embarques de US$ 1,021 bilhão, alta de 68,3% sobre o julho do ano passado. Em seguida vieram os estados do Maranhão, Ceará e Pernambuco com exportações de US$ 312 milhões, US$ 119 milhões e US$ 60 milhões, respectivamente. As empresas da região Norte embarcaram para o mercado internacional US$ 1,271 bilhões no mês, esse valor foi 39,6% maior que o desempenho apresentado em julho do ano passado. O Pará foi o grande exportador da região, com embarques de US$ 1,051 bilhão, um incremento de 42,4% sobre o mesmo período do ano passado. As exportações do Amazonas somaram US$ 111 milhões (+1,5%), as de Rondônia US$ 62,5 milhões (+111,3%) e as de Tocantins US$ 33,8 milhões (+97,7%). Importação As importações da região Sudeste em julho totalizaram US$ 10,006 bilhões, um crescimento de 55,3%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A região teve a maior participação nas importações de todo o Brasil (58,4%). O estado que mais importou foi São Paulo (US$ 6,590 bilhões). Os estados da região Sul importaram US$ 3,567 bilhões, um aumento de 49,1% no comparativo com o mesmo período de 2007. A participação da região no total de importações foi de 20,8%, sendo Paraná o estado que mais comprou produtos do mercado internacional (US$ 1,668 bilhão). Em seguida apareceram Rio Grande do Sul, com compras de US$ 1,156 bilhão e Santa Catarina com US$ 742 milhões. Os registros da região Nordeste de importações totalizaram US$ 1,519 bilhão em julho deste ano. A participação da região no total brasileiro de desembarques foi de 8,9% e o crescimento foi de 24,5% sobre os valores importados no mês em 2007. A Bahia importou US$ 625 milhões e a participação na pauta nacional foi de 3,65%. Em seguida apareceram Maranhão (2,07%), Pernambuco (1,48%), Ceará (1,04%) e Paraíba (0,21%). O Norte do país registrou uma elevação de 64,6% nas importações no mês, na comparação com julho do ano passado. O total desembarcado pela região foi de US$ 1,175 bilhão, com uma participação de 6,9% no total do país. O Amazonas, em função das compras da Zona Franca de Manaus, teve destaque com importações de US$ 1,057 bilhão. Enquanto todos os estados nortistas apresentaram crescimento nas importações em relação a julho do ano passado, o Amapá registrou queda de 40% (U$ 4,5 milhões em 2007 para US$ 2,8 milhões em 2008) As importações do Centro-Oeste, no período, somaram US$ 867 milhões, o que representou uma participação de 5,1%, nas compras internacionais brasileiras. Apesar de a participação das importações da região ter sido a menor do país, o crescimento foi o maior (76,7%), na comparação com o desempenho em julho de 2007. O estado que mais importou foi Goiás (US$ 320 milhões). Logo após, vieram Mato Grosso do Sul (US$ 303 milhão) e Mato Grosso, com desembarques de US$ 140 milhões. O Distrito Federal apresentou importações de US$ 104 milhões. Mais informações para a imprensa Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2109.7190 e 2109.7198 Rachel Porfírio rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br
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11/8/2008 - TecVitória promove Qualificação em Tecnologia de Informação
Qualificação em Tecnologia de Informação Os profissionais de Tecnologia da Informação terão uma nova oportunidade de qualificação na TecVitória. Será realizado, na própria sede da empresa, o workshop “Indicadores de desempenho de TI”, no dia 18 de agosto, segunda-feira, entre as 8h30 e 18 horas. A aula será ministrada pelo sócio e consultor da Businesse Indicators – Gestão & TI, Walfrido Brito Pinheiro. O workshop está no âmbito do programa de desenvolvimento do Pólo de Software de Vitória, subsidiada pela metodologia GEOR/SEBRAE-ES, e se propõe a capacitar os colaboradores à aplicação da engenharia de desempenho na área de TI, vinculada aos objetivos estratégicos traçados pela organização. No conteúdo programático estão metodologias Balanced Scorecard, BSC, gestão de performance com painel de controle e processo de melhoria contínua. Os interessados podem se inscrever na sede da TecVitória, à rua Marins Alvarino, 150, Itacaré, em Vitória. O investimento é de R$ 200,00 para empresas associadas e R$ 360,00 para não associados. Mais informações pelo telefone (27) 3324 4097 ou pelo e-mail reservas@tecvitoria.com.br. Saiba mais Walfrido Brito Pinheiro é professor dos Cursos Extensão MBA em negócios das faculdades FIPT/IPT, FIA/USP, Instituto Mauá, Fundação VANZOLINI e FIAP. Também é coordenador dos cursos abertos e in–company da Business Indicators, além de instrutor, palestrante, colaborador e articulista do IDG, FGV, IIR, IBC, ITSMF, ISACA, Computeworld, InfoCorporate, SUCESU–SP, entre outros. Além de ministrar aulas, ele é sócio-consultor da Businesse Indicators – Gestão & TI, consultoria especializada em Gestão de Desempenho Empresarial, Arquitetura e Governança Corporativa e TI, Gestão de Projetos, Engenharia de Processos, Soluções de Tecnologia para o Negócio e Treinamento Executivo. Vitória, 08 de agosto de 2008 Mais informações: Vinicius Chagas, superintendente da TecVitória, 3324.4097, 8115.0015 Ilda Castro, Mile4 Assessoria de Comunicação, 3227.1594, 9972.1274
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7/8/2008 - Teresina sediará o próximo Encontro de Comércio Exterior
Teresina sediará o próximo Encontro de